segunda-feira, 5 de julho de 2021

                                                     Imagem: Internet

 “Tanto a teoria quântica como os textos antigos nos levam a concluir que nos mundos invisíveis criamos o projeto dos relacionamentos, carreiras, êxitos e fracassos do mundo visível. A partir dessa perspectiva, a Matriz Divina funciona como o grande cenário cósmico que nos permite perceber a energia não- física de nossas emoções e crenças (nossa raiva, ódio e fúria, bem como nosso amor, misericórdia e compreensão) projetadas no meio físico da vida…

Nossas tradições mais caras e antigas nos lembram que de fato existe uma linguagem para falarmos à Matriz Divina, uma linguagem que dispensa palavras, que não implica no uso dos sinais de comunicação que fazemos com nossas mãos e corpo. Ela vem de maneira tão simples que praticamente já sabemos como "falar" fluentemente usando-a. Na realidade, é a que usamos todos os dias — é a linguagem da emoção humana.


A ciência moderna descobriu que nosso corpo, ao experimentar emoções, também processa mudanças químicas de coisas como pH e hormônios, ambos capazes de espelhar nossos sentimentos. Mediante experiências "positivas" de amor, compaixão e perdão, por meio de emoções "negativas" de ódio, julgamento e inveja, somos dotados do poder de afirmar ou negar nossa existência a cada momento de todos os dias. Mais ainda, a mesma emoção que nos dá tal poder dentro do nosso corpo, estende sua força no mundo quântico, além do nosso corpo.


Pode ser útil imaginar que a Matriz Divina é como um cobertor cósmico que começa e termina no mundo do desconhecido, mas que se estende cobrindo todas as coisas entre seus extremos. Essa cobertura tem muitas camadas, já está na posição certa e está em toda parte, o tempo todo. Nosso corpo, vida e tudo o que conhecemos existem e ocupam um lugar dentro da trama de suas fibras. Desde o aquoso ambiente do útero materno até os casamentos, divórcios, amizades e carreiras, toda nossa experiência pode ser imaginada como "dobras" nesse cobertor...


Esse é o nosso relacionamento com a Matriz Divina. Recebemos o poder de imaginar, sonhar e sentir as possibilidades da vida no interior da Matriz propriamente dita, de tal modo que ela possa refletir de volta para nós nossas criações. ”


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