quinta-feira, 29 de julho de 2021

Eu e as minhas caixinhas


 Sentei no sofá um tanto irritadiça. Queria entender como algumas pessoas estavam desorganizando as minhas teorias sobre elas. Como podem?!


  • Por que essa sua necessidade de colocar pessoas em caixinhas? Como fica essa organização quando uma mesma pessoa ocupa duas caixinhas diferentes? O que você sente quando uma não se encaixa em nenhuma delas? Existem pessoas com passe livre para ficar trocando sem serem “massacradas” ou excluídas da sua vida? 


Refleti. Sinto raiva. Também simplesmente por não compreender que é assim que acontece naturalmente comigo. Nutro uma necessidade de organizar as emoções, consequentemente as pessoas. 


  • Então acaba sendo sobre você, certo? 


Não, eu só preciso que elas ajam de acordo! Ou não se intitulem de tal maneira. Se me amam por que me traem? Isso não é amor. Se são honestas por que não são capazes de falar sobre porque mentiram? Se se dizem “assado” por que agem como “cozidas”?


  • As pessoas têm o direito de mudar? De serem incoerentes? De caírem em suas próprias contradições? De serem humanas? Falhas?


Sim, têm! Todo mundo tem o direito de ser quem são…


  • Humm.. mas desde que ajam de acordo com as suas caixinhas, certo?    


Não.. não é bem assim.. É que…


  • Em quais caixas você se coloca? Algumas são “opostas”? 


Silencio. Engulo seco.


Eu e as minhas caixinhas. 

Antes, turbilhões de emoções, ações reativas, pessoas, relacionamentos.

Hoje, emoções, teorias, correlações, incoerências, questionamentos, situações, limitações, indefinições. VULNERABILIDADE. 


O que acolho em mim, respeito no outro. E anda longe de ser tão coerente, fluído, leve e constante assim!


Façamos uma revolução em nós mesmas!

Gabriéla Sobreira


domingo, 18 de julho de 2021

Eu vivo numa bolha. Você e todo mundo também. Cada um na sua e em alguns pontos elas se misturam. Noutros se antagonizam. No entanto, todas elas são compostas do mesmo elemento: a vida.

Essa bolha é um conjunto de crenças, emoções e sentimentos que viemos experienciar. Essas crenças estão diretamente relacionadas aos indivíduos, grupos familiares e sociais. Que por sua vez, refletem e impactam nos aspectos físicos, étnicos, etários, educacionais, sexuais, financeiros, etc. 

Naturalmente as crenças individuais e familiares não estão em paz, estão carregadas de dor, de negatividade [crenças que afastam da luz/amor/paz/gratidão] e consequentemente as sociais [profissionais, geopolíticas, ideológicas, etc]. Isso faz parte do fluxo da existência!


Viemos para transmutar essas crenças! [transição planetária] [dor -> amor]


E por que é tão difícil transformá-las? 


Porque é natural do ser humano querer se manter seguro. O que é conhecido pode trazer essa sensação. Chakra base desequilibrado, ego, busca de pertencimento, karma. 


Então, mudar uma crença mexe e remexe com quem achamos que somos, com as nossas relações, com o que acreditamos [volta pras crenças]. Cutuca o ego, as dores. Nos vulnerabiliza. 


A minha bolha pode se cruzar com a sua num ponto específico. Esse ponto pode ser de uma dor familiar, que veio dos nossos ancestrais [mortes, traições, violências, etc], de outras bolhas que já fui, de como percebo a minha atual e que refletimos para o coletivo [feminismo, partido político, identidade de gênero, etc.. e/ou estamos simplesmente  dando continuidade a violência, a traição, o medo, a imposição, etc]. De toda forma, todos esses motivos estão conectados às crenças da dor, percebem?


A esse movimento temos chamado de empatia. Será que é mesmo?


Eu venho observando e percebendo que há mais “empatia seletiva” do que conexão por amor de fato. Sim, a vida acontece em vários níveis! O que talvez você acredite ser empatia, na verdade pode ser uma parte sua fugindo da dor que ela não quer acessar. ..


Por exemplo: ‘mas eu defendo o racismo e sou branca, é porque’... você pode ter tido um ancestral que foi escravo e morreu apanhando. Isso dói. Essa é a nossa história [então quer dizer que em um dado ponto essas bolhas se cruzaram]. E nós ainda não estamos em paz com ela. Você se diz ser feminista em prol das mulheres porque… seu feminino pode estar devastado e você não quer olhar lá no fundo do que lhe corta a alma: você julga piamente a sua mãe e/ou coitada, sofreu tanto, preciso redimí-la! E/ou a sua criança ferida só quer que você reconheça que tem um pai e também é ele [a metade por sinal]. Mas não.. Porque né, ele foi um monstro! E como você pode crescer? Numa mulher que rejeita o masculino, o homem.. sendo praticamente um, quanta ironia - mas a construção social só vale pra um lado, certo? E/ou eu não me reconheço maravilhosa, mas exijo que o mundo o faça! E isso dói. Puts! Como eu sei que dói. Tudo isso. E por aí vai… Tudo isso inconscientemente e/ou não.


Fazer essa investigação pode arrebentar as suas crenças e você pode tá me xingando nesse momento [se sentiu desconforto, sugiro investigar mesmo! Por experiência própria, estudos e atendimentos. E tbm se não quiser acreditar em nada disso, é um direito seu!]. 


Cada caso é um caso. Cada bolha se cruza em um ponto específico com outra[s].


Empatia, para mim, é conexão com a vida. Para muito além das funções emocionais, cognitivas, etc do ser humano. As emoções ocorrem em estados muito particulares. Bem como as percepções de vida de cada um. 


A vida não! A vida é “a mesma matéria prima” de TODOS os seres vivos. E quando estamos desconectados das nossas vidas, nos compreendemos como sendo apenas estados emocionais e/ou perceptivos da existência [falta de fé, de confiança, de autoperdão, mecanicidade, reatividade, falta de autorresponsabilidade, terceirização de tudo, desconexão com a natureza, etc]. 


Daí recorremos a essa “empatia seletiva” sem nem nos darmos conta. 


Quem violenta sofre, quem apanha sofre. E não é uma competição. Não mais. Ambos ainda precisam aprender através da violência [a dor ainda é meio de aprendizagem]. Ambos carregam histórias de violência em seus seres, que necessitam ser curados. São histórias particulares, individuais e familiares, que vemos repetir no coletivo. [isso não quer dizer que nos meios legais seja negligenciado, ele também precisa ser respeitado - e quando não - pode ser inclusive uma desconexão com a vida na terra, a rotina, o trabalho, o servir - energias do feminino e masculino descompensadas].


Portanto, quando a nossa bolha se cruza com uma dessas histórias e se mistura com ela é porque ela se identificou com a dor, com o aprendizado que precisa ser visto e acolhido em nós mesmos! Percebem? 


Uma coisa eu lhe garanto: o amor acolhe, serve com compaixão, age com assertividade, neutralidade, discernimento, clareza, firmeza. A dor julga, critica, maltrata, humilha, domina, “paga com a mesma moeda” sem nem perceber, “morde a língua”. 


A vida se repete: no ser, na família e no social. O que você está repetindo com mais força e atenção? A dor ou o amor? O que você tanto rejeita? Você acolhe a sua própria dor? Você se vitimiza? 


Então seja um exemplo de amor! E não de dor. 


Haja no que acredita guiado pelo amor, pela compreensão, pela vida! Sirva as pessoas da forma que faz o seu coração vibrar. Não movida pela raiva, pelo medo, pelo ressentimento, senão você acaba alimentando a dor por outra via e o ciclo permanece!


Estoure a própria bolha e se conecte com a vida, com a espiritualidade, com as emoções positivas!!! Mostre, ensine, seja a própria bolha estourada diante das outras bolhas intactas.. Pois querer estourar as bolhas dos outros podem sufocá-los, amedrontá-los, refutá-los… retirá-los a força e a dignidade de saírem de suas próprias bolhas!!!


Até mesmo porque ninguém consegue estourar a bolha de ninguém. ;)


sábado, 17 de julho de 2021

Adulto imaturo - criança ferida. Adulto próspero - criança acolhida.


O adulto fica em paz com seus pais quando a criança interior se cura. Assim, o adulto prospera saudavelmente!
Humanos, perfeitamente imperfeitos, algo impossível de ser compreendido por uma criança. Pais são deuses! E sim, são a face de Deus Mãe e Deus Pai, a junção do feminino com o masculino. E nós, a combinação dos dois, a Criação, a criança.

Crescemos, nos tornamos possíveis deuses da criação também [de nossas vidas, de outra vida, de projetos, de sonhos, de realidades].

Porém, muitas vezes, a criança que fomos ainda rege a nossa vida e ela está ferida, decepcionada querendo ver os pais como deuses, por mais que às vezes vendo-os como "monstros'', sobretudo quando há violência [psicológica tbm], abandono, negligência, abusos [emocionais tbm]. Raiva, mágoa, ressentimento, culpabilização, dor, julgamento e/ou um amor cego/idólatra “mascaram” o amor genuíno e grato por quem nos deram a vida [sim, esse amor existe, querendo ou não].

E a vida não é bem “a nossa vida” de fato, pois estamos “só” replicando em vários níveis, áreas, relacionamentos.. o que vivenciamos na infância!

Cabe a nós, adultos, INTEGRAR essas crianças que, ao verem os pais como deuses, se decepcionaram por eles também serem humanos, perfeitamente imperfeitos, falhos, vivendo e aprendendo a viver.. como nós nesse exato momento [sendo genitores ou não]!!! Possibilidades?

° acolher essas crianças que amam seus pais tais como eles são [sim, amamos tanto que criamos uma personalidade para sermos amados e aceitos por eles independente do que eles fizeram - quem julga, afasta, reprime, condena é o adulto traumatizado! Crescemos e continuamos fazendo isso! Amando e reprimindo, amando e querendo ser amados!]

° sair da esfera do julgamento para com eles [inclusive, perceber quais são as replicações dos nossos atos - opostos ou semelhantes aos deles]
compreender que eles são seres humanos [seres espirituais vivendo na matéria com aprendizados a passar - luz e sombra]

° observar o tanto que somos os dois [ônus e bônus]

° internalizar que não somos nem melhores, nem piores que eles. Somos menores, pequenos diante deles! E só nascemos porque eles são como são. [existe um plano espiritual, eles são perfeitos para você porque foram escolhidos exatamente porque são eles!]

° perceber que não somos diferentes de ninguém e que todos nós passamos por isso, consciente ou inconscientemente! A cura acontece em níveis profundos quando há a integração dos pais e de Deus em nossos corações!!!

Percorrendo esse caminho, reconhecendo que, quando crianças somos filhos “de deuses”, quando adultos somos “a imagem e a semelhança de Deus” que nasceram de e também são humanos, divinos e falhos por natureza. Assim, PROSPERAMOS e acessamos o PARAÍSO nessa existência com a realidade que merecemos e que nasce do nosso CORAÇÃO, pois esse entendimento foi ACESSADO e INTEGRADO!!!

Façamos uma revolução em nós mesmas!

Gabriéla Sobreira

 

Pra você, esse pode ser um vídeo qualquer da internet, para mim, é um reflexo de anos de transformações internas, de mudanças de crenças, de trabalho, de terapias, convencionais e/ou integrativas!

Eu sou Gabriéla Sobreira, filha de Antonio e Francisca. Sou cientista de mim! Amo falar sobre autoconhecimento e espiritualidade, sobre os meus processos e tudo que engloba esse universo!

E eu tenho um RECADO pra você:

Você não tem que nada!

Se tiver algo que “você tem que” é ser você mesmo!

Mas o mundo precisa.. é de nada! Ele é PERFEITO exatamente como está. Seguindo o plano natural e divino do fluxo da existência

Quem precisa sou eu, é você, são as pessoas do mundo todo!

Precisamos de pessoas com CORAGEM de ser elas mesmas, que vivam as suas verdades, banquem as suas alegrias, que sintam honestamente as suas dores, as suas vulnerabilidades.. que sejam elas mesmas COM CONSCIÊNCIA E HONESTIDADE! Que ajam com o CORAÇÃO!

O julgamento sempre vai existir, seja ele interno e/ou externo, SOMOS HUMANOS! TODO MUNDO ESTÁ CUMPRINDO O SEU PAPEL COMO PODE!

Quando fazemos esse CAMINHO.. DE SER NÓS MESMOS. encontramos CONEXÃO com a VIDA com todos os SERES!!! ENCONTRAMOS a parte que nos falta!!!

Vamos INSPIRANDO, SERVINDO pelo que NÓS SOMOS! VERDADEIRAMENTE!!!

Inclusive, estou aqui em homenagem a NÓS, vivendo a minha verdade, com sombras e luzes!!!

E eu desejo do fundo do meu coração que você ACREDITE EM VOCÊ e SEJA VOCÊ MESMO! 

Com MUITO AMOR &  GRATIDÃO!!!

Gabriéla Sobreira

segunda-feira, 5 de julho de 2021

                                                     Imagem: Internet

 “Tanto a teoria quântica como os textos antigos nos levam a concluir que nos mundos invisíveis criamos o projeto dos relacionamentos, carreiras, êxitos e fracassos do mundo visível. A partir dessa perspectiva, a Matriz Divina funciona como o grande cenário cósmico que nos permite perceber a energia não- física de nossas emoções e crenças (nossa raiva, ódio e fúria, bem como nosso amor, misericórdia e compreensão) projetadas no meio físico da vida…

Nossas tradições mais caras e antigas nos lembram que de fato existe uma linguagem para falarmos à Matriz Divina, uma linguagem que dispensa palavras, que não implica no uso dos sinais de comunicação que fazemos com nossas mãos e corpo. Ela vem de maneira tão simples que praticamente já sabemos como "falar" fluentemente usando-a. Na realidade, é a que usamos todos os dias — é a linguagem da emoção humana.


A ciência moderna descobriu que nosso corpo, ao experimentar emoções, também processa mudanças químicas de coisas como pH e hormônios, ambos capazes de espelhar nossos sentimentos. Mediante experiências "positivas" de amor, compaixão e perdão, por meio de emoções "negativas" de ódio, julgamento e inveja, somos dotados do poder de afirmar ou negar nossa existência a cada momento de todos os dias. Mais ainda, a mesma emoção que nos dá tal poder dentro do nosso corpo, estende sua força no mundo quântico, além do nosso corpo.


Pode ser útil imaginar que a Matriz Divina é como um cobertor cósmico que começa e termina no mundo do desconhecido, mas que se estende cobrindo todas as coisas entre seus extremos. Essa cobertura tem muitas camadas, já está na posição certa e está em toda parte, o tempo todo. Nosso corpo, vida e tudo o que conhecemos existem e ocupam um lugar dentro da trama de suas fibras. Desde o aquoso ambiente do útero materno até os casamentos, divórcios, amizades e carreiras, toda nossa experiência pode ser imaginada como "dobras" nesse cobertor...


Esse é o nosso relacionamento com a Matriz Divina. Recebemos o poder de imaginar, sonhar e sentir as possibilidades da vida no interior da Matriz propriamente dita, de tal modo que ela possa refletir de volta para nós nossas criações. ”


sábado, 3 de julho de 2021

Eu ainda sinto a necessidade de me sentir validada por aqueles que amo

Cada passo no percurso dessa jornada eu vou reconhecendo e fazendo as pazes com essa crença. Transmutando para viver a minha verdade e compreender que sou amada e aceita, sempre! Exatamente como sou/estou!


Por quem eu amo? Também. Ou não. Por mim mesma. Pela Divindade. Até ser [acessar] o próprio amor [próprio]!


Sim, à medida que vamos vivenciando a nossa verdade, podemos nos distanciar de amores, familiares, amizades, lugares, gostos, emoções, conversas..  Naturalmente.. Faz parte do processo! E sim, dói. Porque algumas vezes essa ruptura não ocorre de forma amorosa, também porque deixamos de ser uma parte nossa. Dói até não doer mais, até compreendermos que tudo é como deve ser. Aceitarmos a realidade como ela é, como está.


Crescer dói! E nem tudo, nem todos vão nos acompanhar. Nem nossos eus, nossos amores, nossas ações, nossas emoções. É um acompanhamento físico? Não só e/ou também. Emocional, energético, espiritual. [que impacta no eu social, cultural, político, educacional, financeiro, etc]


E é exatamente por esse motivo que adiamos e protelamos tanto para reencontrar quem realmente somos! Porque vamos correr o risco de decepcionar, de sermos incompreendidas, julgadas, criticadas, etc. De nos afastarmos em vários níveis e às vezes até de forma necessária - o bendito distanciamento saudável - para que sejamos exatamente quem somos! Até que a opinião do outro não interfira tanto. Como a opinião de quem amamos tem força! Afinal, nos tornamos quem somos a partir do discurso de quem nos criou. [Leia-se discurso como comunicação emocional, verbal, física..]   


É a partir do medo em relação a quem amamos que propagamos para todas as outras relações, pessoas.


É a partir do acesso ao amor que somos que há a integração de Tudo, de Todos, do Todo. De todas as relações, pessoas, seres.


O meu medo de viver a minha verdade e não ser aceita por quem eu amo. Mais conscientemente, foi numa sessão de Theta que me deparei com essa crença pela primeira vez. Tem sido com a Constelação Familiar que tenho me conscientizado mais e me colocado a viver a minha verdade.. acolhendo aquela imagem que criei de mim mesma, dos meus pais durante a minha infância.. e “pagando” o preço por tudo o que acompanha por ser exatamente quem sou! Do Reiki, Meditação, para equilíbrio dos chakras. Da Alquimia com as ervas, da Pesquisa - externa e interna, da Escrita, da Numerologia Cabalística, do ser Dona de Casa como expressão e fortalecimento da minha verdade. Do Amor!


Você já se deparou com essa crença?


Façamos uma revolução em nós mesmas!


Gabriéla Sobreira 


Façamos uma revolução em nós mesmas!

Esse é o meu lema! Minha motivação, meu reencontro e minha existência!

Fazer revolução está nas pequenas e grandes decisões. Todo dia, o tempo todo.

Mudar um pensamento, escolher melhor as palavras, observar como se nutre. Sair de um relacionamento abusivo [deixar de ser um também], se perceber dentro de um Todo, não se sobressair a nenhum ser, se tornar vegetariano/vegano, consumir conscientemente, servir com amor. Vencer uma depressão, emagrecer, engordar, conseguir se expressar. Se assumir como é, sair de um emprego, mudar de país. Quem dita o “tamanho”, o que e como dessa revolução é só você!

Nem melhor, nem pior que alguém. Nem em relação a quem você era. 

Se revolucionar está em acender uma chama interna, queimar o que afasta de si e ascender aquilo que aproxima. TRANSMUTAR!

É chegar num ponto de evolução [nascer, crescer, se alimentar, estudar] e perceber que existe um outro caminhar a trilhar: o para dentro de si! REVOLUCIONAR! Amar e cuidar da matéria [corpos, pessoas, animais, plantas, existências], se conectar com a espiritualidade e se elevar energeticamente! Ser integral, consigo, com o Todo. Viver e ser feliz! 

Tudo isso não só é possível, como é de direito de cada um de nós! 

Desejo que você encontre o caminho para a sua revolução pessoal.

Eu sigo falando sobre, vivendo por e para isso, testemunha e serva da Vida, do milagre da existência, de Deus, da Deusa, do AMOR!!! Minha revolução é através do amor e, quando não sendo, me recolho, curo e transcedo! Acredite, você também pode!!! Confia!

Com amor,

Façamos uma revolução em nós mesmas!

Gabriéla Sobreira