Escrevo, apago, reescrevo. Busco as melhores palavras. Reedito a explicação.
Publico.
Publico.
Dentro do dito está o não dito, o seu entendimento, os valores, as experiências,
os conhecimentos e os vocabulários de cada um. A minha responsabilidade com
os gatilhos que podem despertar em você. E a sua responsabilidade em filtrar,
olhar pra parte que lhe cabe e dialogar com o desconhecido e, principalmente,
com aquilo que gera mal estar.
os conhecimentos e os vocabulários de cada um. A minha responsabilidade com
os gatilhos que podem despertar em você. E a sua responsabilidade em filtrar,
olhar pra parte que lhe cabe e dialogar com o desconhecido e, principalmente,
com aquilo que gera mal estar.
Dentro do não dito estão meus medos, as minhas incompreensões, a minha
ignorância, preconceito, a falta de consciência, de empatia, de conhecimento,
de habilidade e questões que ainda não me dei conta.
ignorância, preconceito, a falta de consciência, de empatia, de conhecimento,
de habilidade e questões que ainda não me dei conta.
Dentro do dito também há ignorância, um recorte de uma explicação maior,
falta de conhecimento, de empatia, de um olhar que ainda não adquiri. Há,
principalmente, o meu processo terapêutico, os registros de meus estudos
e dos meus atendimentos.
falta de conhecimento, de empatia, de um olhar que ainda não adquiri. Há,
principalmente, o meu processo terapêutico, os registros de meus estudos
e dos meus atendimentos.
Dentro do dito e do não dito sempre há uma certa inclusão e exclusão.
De gênero, idade, classe social, etnia, etc. Esse mundo ainda dual [leia-se
a mente humana atual] é muito segregador. linear que faz com que, por
exemplo, um discurso universalista seja criticado por “não contemplar” pessoa
de uma cor x, de classe social y, escolaridade b que mora em tal local.
Porque, na verdade, a premissa básica ainda não foi internalizada: somos todos
semelhantes, somos um só com o Todo. Acabamos querendo unir forças para
quebrar um sistema de opressão, de preconceito, de violência, de sofrimento e
ficamos presos nesse ciclo, na roda de Samsara, de nossos próprios sistemas de
crenças e familiares, bem como dos sistemas de governo, de sociedade, de
economia, de gênero… e, muitas vezes, a linha tênue entre denunciar uma
violação, defender uma causa, fazer o bem e não julgar, não ocorre.
Normalmente o julgamento não é sobre a situação e sim sobre a pessoa, havendo
ou não repetições de danos, o julgamento alimenta e nos mantém nessa roda.
De gênero, idade, classe social, etnia, etc. Esse mundo ainda dual [leia-se
a mente humana atual] é muito segregador. linear que faz com que, por
exemplo, um discurso universalista seja criticado por “não contemplar” pessoa
de uma cor x, de classe social y, escolaridade b que mora em tal local.
Porque, na verdade, a premissa básica ainda não foi internalizada: somos todos
semelhantes, somos um só com o Todo. Acabamos querendo unir forças para
quebrar um sistema de opressão, de preconceito, de violência, de sofrimento e
ficamos presos nesse ciclo, na roda de Samsara, de nossos próprios sistemas de
crenças e familiares, bem como dos sistemas de governo, de sociedade, de
economia, de gênero… e, muitas vezes, a linha tênue entre denunciar uma
violação, defender uma causa, fazer o bem e não julgar, não ocorre.
Normalmente o julgamento não é sobre a situação e sim sobre a pessoa, havendo
ou não repetições de danos, o julgamento alimenta e nos mantém nessa roda.
Não estamos aqui para isso e é o que mais fazemos, ego, ego, ego. Estamos
aqui para usufruir de maneira sábia no que mais nos difere das demais espécies:
a consciência de nós mesmos, do divino, de nossas ações e emoções. E, a partir
dessa autoconsciência, trabalhar as problemáticas que nos habitam, praticar o
bem [denunciando as injustiças, apresentando soluções, começando diálogos
que despertam, encontrando a própria maneira de praticar o bem, de preferência,
em forma de ação], começando em/por nós mesmos, sendo buscadores da verdade
interna, exemplos de bondade, caridade e perdão.
aqui para usufruir de maneira sábia no que mais nos difere das demais espécies:
a consciência de nós mesmos, do divino, de nossas ações e emoções. E, a partir
dessa autoconsciência, trabalhar as problemáticas que nos habitam, praticar o
bem [denunciando as injustiças, apresentando soluções, começando diálogos
que despertam, encontrando a própria maneira de praticar o bem, de preferência,
em forma de ação], começando em/por nós mesmos, sendo buscadores da verdade
interna, exemplos de bondade, caridade e perdão.
Então, entre o caminhar do dito, do não dito, do lido, do entendido e do não entendido,
fica um questionamento: o que você faz com o que aprende? O que você faz com o que
sabe sobre si? O que eu pretendo publicar é uma proposta para o olhar interior, mesmo
numa simples dica, num relato pessoal ou num estudo apresentado. Busque um olhar
com responsabilidade e respeito por si. Afinal, “tudo podemos, mas nem tudo nos convém”.
O necessário se mostrará presente,ressoará com você, basta que o olhar interno esteja
atento, tudo ao seu tempo!
fica um questionamento: o que você faz com o que aprende? O que você faz com o que
sabe sobre si? O que eu pretendo publicar é uma proposta para o olhar interior, mesmo
numa simples dica, num relato pessoal ou num estudo apresentado. Busque um olhar
com responsabilidade e respeito por si. Afinal, “tudo podemos, mas nem tudo nos convém”.
O necessário se mostrará presente,ressoará com você, basta que o olhar interno esteja
atento, tudo ao seu tempo!
Façamos uma revolução em nós mesmos!
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